De repente Tailândia

“Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum…

Sem cavalo preto, que fuja a galope, você marcha, José!  José, pra onde?”

– Drummond

Como à um passo na frente, já não estou no mesmo lugar, me encontro aqui. Logo lá.

 

JantArtes, ao fim do dia: um certo alívio que acabou, que deu tudo certo. Mais um ‘check’ na lista de afazeres.

De repente Tailândia. Subiu no ranking… Agora essa é a prioridade. É urgência. É o próximo passo.

Começa aquele frio na barriga que adoro. Medo, tesão, adrenalina, se jogar no desconhecido, a saudosa nostalgia do presente e pessoas, … tudo isso, tudo denovo! Vicia. É o que eu tenho como sensação de liberdade. De que nada prende, de que tudo é possível e eu escolhi isso.

Das raízes que tanto falo e pouco tenho.

Nem os laços emocionais que chamo de raízes horizontais, que mesmo raízes dão alguma mobilidade.

Nem os laços materiais, as raízes verticais, que te fixam àlgum lugar.

Nem cão, nem carro, nem emprego, nem namorado, nem casa própria, nem apego à cidade, não.

Minha família é minha raíz. E ao invés de me prender, ela me dá a segurança de ir. Porque sei que quando eu voltar ou se cair, ela tá lá pra me amparar.

12 dias, 2 aviões, atravessar meio mundo… Tailândia, já quase lá.

2 comments

  1. Genial querida!!
    Como sempre, muito bom e inspirador.
    Continue assim!

  2. Brigado Ti!!! Vamo que vamo! Uma hora nos encontramos nessa louca e doce vida! Beijos

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